Treinamento em redação científica e superação de bloqueios: é possível conciliar?

Nair Pontes, psicóloga com mais de 25 anos de experiência, relata com fatos reais suas conquistas, o que pode servir de inspiração para outros pesquisadores

Como psicóloga há mais de 25 anos, observo como essa fase de relacionamento mais íntimo com a academia “mexe” com questões muito profundas do inconsciente de cada profissional que se propõe ao desafio de concluir mestrado, doutorado e, consequentemente, dissertações, teses, artigos científicos, projetos...
Eu mesma, vivo atualmente, a experiência do doutorado e todos os seus desafios. Sei que de alguma forma os diferentes profissionais estão imbuídos de uma capacidade narcísica de ser donos de um suposto saber. Porém, “na hora do vamos ver” deparam-se com algo muito diferente que são suas próprias limitações, incapacidades e o pior, os bloqueios.
É aí que entra a atividade desenvolvida por Pedro Reiz que consiste no aperfeiçoamento das habilidades em redação científica de profissionais que estão submetidos aos programas de mestrado e doutorado das principais instituições de ensino e pesquisa científica do Brasil e, em alguns casos, internacional.
Esse excelente trabalho é desempenhado por Pedro Reiz, desde 2002. Ocorre que os profissionais atendidos pelo Pedro precisam planejar, redigir e defender tese de mestrado e doutorado, o que é um grande desafio, afora terem que pensar para criar um ou mais artigo científico original, outro enorme desafio! A grande barreira a ser transposta por ele é a de auxiliar esses profissionais também em outros campos. O desafio ainda maior é quando esses profissionais não estão preparados para lidar com questões emocionais, traumas que carregam em suas vidas...
Se “apenas” o trabalho terapêutico na área psicológica não é nem um pouco fácil, não é difícil de imaginar a tarefa sobre-humana do Pedro Reiz em contribuir com o desenvolvimento do artigo científico e das habilidades do pesquisador, e ainda ajudar na evolução de demandas psíquicas, como aquelas que mencionei anteriormente. Elas “mexem” com o pesquisador e podem surgir neles sentimentos de inferioridade, insegurança, incapacidade, transferência negativa maciça, entre outros.
O imediatismo, a correria da vida moderna e a necessidade constante de atualização na área médica fazem com que muitos profissionais queiram apenas “crescer” profissionalmente, ou seja, querer o melhor possível da vida científica, o que obviamente o Pedro Reiz pode oferecer de modo pleno.
Nós da área da saúde temos que aprender a apresentar nossas ideias, não ter a ilusão da redação científica “perfeita”, como querem alguns iniciantes. Como diz o Pedro Reiz, há processo de redação científica e os profissionais “deslancham” quando se organizam interiormente, controlam a ansiedade... “alguns se desesperam quando não sabem para onde ir” ou “se sentem aborrecidos quando empacam” ou ainda “frustrados pelo tempo que levam para realizar as tarefas acadêmicas em suas casas”.
Por isso, para não deturpar ou distorcer a nossa percepção diante dessas experiências é preciso ter clareza de que podemos contar com o apoio do Pedro Reiz e que não estamos sozinhos! As dicas que proponho aqui são para melhorar a natureza de nossos pensamentos para torná-los sempre positivos e assim, buscar compreender as forças construtivas do Universo.

Nair Pontes, psicóloga

Para contato com a psicóloga Nair Pontes:

nairpontes.blogspot.com.br
nairpontes123@gmail.com
(11) 2613-6000 ou (11) 99969-1606


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